P Á G I N A S

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Garoto, você é grande!

Que vontade de poder estar com você, na estrada. Que vontade de somar o meu grito ao seu, minhas passadas às suas. Que orgulho ver a sua obstinação, na defesa do nosso Brasil. Nosso, de todos, inclusive daqueles que criticam a sua iniciativa, por não terem a capacidade de alcançar a grandeza da sua atitude.

Um dia, oito anos atrás, conseguimos começar a mudar a História contemporânea brasileira. Elegemos outro obstinado, que continua a dar de si, às últimas forças, pelo país.

Mesmo sob a tortura de uma prisão injusta e arbitrária, determinada por algozes cuja falta de decência vem sendo a cada dia revelada, por sua própria teia de delinquência.  

Somos admiradores daquele bravo, que resiste forte embora sob um martírio indizível. Que se recusa a morrer e nos privar de sua luz. Uma luz que segue forte, iluminando você e todos nós, que lutamos - mais do que sonhamos - por um Brasil que vale a pena.

Dia 25 será um dia magnífico. Já está escrito que assim será.

Abençoado seja o seu esforço. E que Deus o guarde e o proteja, sempre, de todos os males.

sexta-feira, 31 de outubro de 2025

Combatentes de cueca

A ação da Polícia fluminense na última terça-feira, na região que abrange a Penha e outros bairros da Leopoldina, no cumprimento de quase três centenas de mandados judiciais, de prisão e de busca e apreensão, teve um mérito adicional, além do da contenção do domínio do tráfico nas favelas cariocas: pôr a nu - literalmente - o modus operandi do narcoestado vigente no Brasil e, de modo peculiar, no Estado do Rio de Janeiro. O contraponto entre a reação popular nas ruas, aplaudindo o cortejo fúnebre de um dos agentes do BOPE assassinado pelos traficantes, numa justa homenagem aos heróis de 28 de outubro, e o chilique de políticos 'socialistas' (incluindo parlamentares e membros da estrutura administrativa do Executivo federal), ativistas dos direitos 'dos manos' (presença obrigatória na defesa dos fora-da-lei) e ativistas judiciais (leia-se STF e TSE), mostra como a estrutura de poder está comprometida e prostituída, no Brasil.

Uma das primeiras providências de moradores, familiares, colegas de facção e outros personagens da farsa dos corpos, foi recolher cadáveres, inclusive da mata, para onde muitos bandidos correram em fuga, e enfileirá-los numa praça da Vila Cruzeiro, com o intuito de dar uma dimensão da intervenção policial a seu modo. Não, é claro, sem antes preparar o palco, despindo-os das roupas camufladas e dos coletes à prova de balas. Esses 'combatentes', eufemismo cínico que O Globo preferiu usar para nomeá-los, estavam todos vestindo apenas cuecas, para que a cena sugerisse que eram todos integrantes de uma inocente excursão pela floresta, ou, quem sabe, um animado grupo de ornitólogos amadores, ocupados em observar os pássaros ao redor.

O senso de oportunidade aguçado da rapaziada do pó fez também com que se cortassem e, até, mutilassem alguns dos corpos, para fazer crer que os vilipêndios tenham sido produto da violência policial. Conclusões que, como de praxe, a imprensa tirou e disseminou no noticiário, sem o respaldo de exames cadavéricos.

Quanto ao resultado da intervenção policial desta semana, foram apreendidas armas em grande quantidade, a maioria de uso restrito das Forças Armadas, subtraídas de arsenais do Brasil, da Venezuela, do Peru e da Argentina. Outras tantas chegaram ao Rio pela fronteira esgaçada da Amazônia, que deveria estar guarnecida pela Polícia Federal. Por sinal, a mesma PF que, alegando razões operacionais, na prática, deu de ombros para a operação no Rio de Janeiro.

Na manhã desta sexta-feira 31, o governador Cláudio Castro e o Secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, forneceram alguns números preliminares da ação das Polícias Civil e Militar. Dos 59 narcoterroristas mortos já identificados, TODOS tinham anotações criminais, além do que 22 eram oriundos de sete outros estados da federação, operando como chefes do tráfico em suas regiões. Isto revela a irresponsabilidade - para ser elegante - da medida do atual presidente do STF, Edson Fachin, de 2020, de proibir a incursão de Policiais nas favelas cariocas. Naquela época, a pandemia foi o pretexto do ex-deputado petista Alessandro Molon, autor do pedido, para o impedimento. Mais de meia década após o fim da pandemência, a medida continua em vigor, sem explicação, o que fez aumentar drasticamente o poderio bélico do tráfico, além de tornar as favelas valhacoutos perfeitos para que a bandidagem de fora se escondesse da Lei.

Também nesta sexta, a Polícia do Ceará impôs derrotas ao tráfico local, com a prisão de criminosos e a apreensão de armas e drogas. Um efeito positivo da operação no Estado do Rio, que mereceu um elogio constrangido do governador cearense Elmano de Freitas, filiado ao PT.

Os dados ainda estão sendo fechados, inclusive para entrega ao onisciente, onipresente e onipotente ministro Alexandre de Moraes, que cobrou satisfações do governo fluminense e vai buscá-las, pessoalmente, na próxima segunda-feira, dia 3. Lula, 'estarrecido', quer 'explicações'. Comissões de direitos humanos dos mais variados vieses e matizes progressistas também as querem. O TSE, por sua vez, saído atônito do sono dos mortos, quer mais: a cassação do governador do RJ, a ser votada em julgamento marcado de afogadilho pela ministra Cármen Lúcia - a dos 213 milhões de pequenos tiranos - para a terça 4, outra iniciativa que brotou, coincidentemente, é claro, depois da ação policial.

Pelo visto, não foram somente as facções entocadas nas favelas que se armaram ferozmente para enfrentar Cláudio Castro.

Hoje, encerrando o mês, é Dia das Bruxas. Elas têm andado soltas por aí e chegaram inclusive a passear, em comitiva, pelos lados da Penha. Vamos ver se, agora, elas aterrorizam o outro lado da força e neutralizam aqueles que sempre impuseram sua vontade pelo medo.

Sem travessuras.

domingo, 6 de outubro de 2024

Eleição sem brilho. Nada a se comemorar

Tomando por pressuposto que as máquinas de apostas hajam retratado a verdade dos fatos, um temor que vem atormentando muitos eleitores, mais intensamente até desde a votação de 2022, intui-se que cariocas e paulistanos decidiram apostar no que tinham de pior, neste pleito. A disputa pelos executivos das maiores cidades do país está tão melancólica, que nem os vencedores estão comemorando. Um espírito quase suicida baixou sobre as urnas, tanto cá como lá.

O Rio reconduziu - para um quarto mandato, desde 2008 - o prefeito de Lula e dos escândalos de corrupção e desvio de dinheiro público da Lava Jato, da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, para mais um ano e meio de farra. É isso mesmo, esta conta está certa: poucas chances existem de que o Nervosinho não deixe a prefeitura nas mãos do vice, com menos da metade do mandato cumprido, para lançar-se, hoje sem concorrente à vista, ao governo do Estado do Rio, em 2026. Ele jura, pela Rainha Elizaberh mortinha, que não vai fazer isso e que vai até o fim, em 2028. Mas não vai. Vai sair antes. Até seus eleitores sabem disso, embora finjam demência sobre o fato. Há seis anos, a propósito, o Palácio Guanabara eram favas contadas para ele, até que o azarão do quarto lugar lhe passou a perna, no segundo turno.

São Paulo, por sua vez, perdeu-se no terço. Com percentagens bastante próximas de votos entre si, três candidatos caminhavam passo a passo até perto do final da apuração. Mas aí o preferido do Lula se impôs como segundo colocado, rumo ao segundo turno, no lugar de Pablo Marçal, que, acreditava-se, o tiraria da disputa daqui a três semanas. A rica metrópole, que já sofreu nas mãos de Luíza Erundina, Marta Suplicy, João Dória e Fernando Haddad, resolveu pôr a disputa nas mãos de duas figuras: o prefeito sem sal, sem alho, sem tempero e sem cara de prefeito, visionário (ou oportunista) que ganhou o cargo de mão beijada, sendo vice de um candidato com sobrenome famoso e saúde destroçada, que pouco desfrutou sua reeleição; e o notório incitador da violação de propriedades privadas, que conquistou a simpatia da esquerda caviar, aquela de carrão e i-Phone.

Marçal cumpriu um papel, com toda a irresponsabilidade que cometeu: o de bagunçar o coreto do sistema, expondo hipocrisias (não desconhecidas, de fato) e escancarando a perseguição à direita conservadora. A candidatos e eleitores. Pela mídia e pela mais alta - e mais prostituída - corte do judiciário brasileiro. A ferida da ditadura da toga nunca esteve tão à mostra. Apesar dos pesares, devemos um agradecimento a este maluco, pela ousadia e pelo desprendimento.

Se Lula já venceu no Rio e ainda se segura em São Paulo, ao menos até o dia 27, perdeu fragorosamente em um reduto da Baixada Fluminense. Seu amigo Waguinho, prefeito reeleito que tentou emplacar um sobrinho na prefeitura de Belford Roxo, tomou uma lavada de Márcio Canella, logo no primeiro turno. Deputado estadual reeleito e ex-vice-prefeito de Waguinho, com quem já estava rompido em 2022, Canella fez quase o dobro de votos de seu adversário direto.

Para que o Brasil volte à democracia ampla, geral e irrestrita (a esquerda deve se lembrar desse seu mantra, contra os Militares, nos anos 1970), resta-nos uma esperança, bastante viva, para novembro: Donald Trump. O cara não é daqui, não governará no Brasil, mas fará uma enorme diferença para o futuro de Pindorama. O sistema já deve estar começando a tremer.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

Dia do Patriota

Hoje, completou um ano a implantação do campo de concentração de Brasiliauschwitz, sob a mão de ferro dos onipotentes homens de preto, em conluio com o Terceiro Reich (também 'reino', em alemão) Petista. Com o indisfarçável patrocínio da mídia corrompida, nossa extrema imprensa venal, e o auxílio luxuoso dos traidores pertencentes à única instituição com a qual os brasileiros podiam contar para defender sua pátria e suas vidas - porque sempre se disse defensora dessas causas.

Pois é: sob o mando de um tribunal ensandecido, sem freios nem contrapesos, o 'braço forte' bateu duro nos 'terroristas' fortemente armados com a Bandeira Nacional e a Bíblia; e a mão que se dizia amiga foi covarde e desonesta, ao guiá-los, sem remorso, para o cadafalso.

Mais de mil presos, alguns deles mortos pela omissão (e pelo espírito vingativo) dos ordenadores de seu cativeiro. Sem a observância do devido processo legal, sem direito à ampla defesa. Sem justiça.

Sem vergonha.

E, então, a esquerda, os verdadeiros detratores da democracia, encenaram atos para lembrar os acontecimentos de um ano atrás, misturando fatos (a sanha de arruaceiros a soldo do PT, promovendo o quebra-quebra sob a orientação do partido e a conivência das forças de segurança que deveriam proteger os bens públicos) com falsas narrativas (a de que os Patriotas, que fizeram vigília por todo o Brasil pedindo eleições limpas, foram os responsáveis por todo o vandalismo acontecido).

Nunca se cuspiu tanto na cara da democracia como se tem feito nesses últimos dias. A vassalagem dos meliantes de redação tratou de providenciar uma 'entrevista' com Alexandre, o Glande, para que ele pudesse expor, pelos canais oficiais do governo (os do Grupo Grobo, naturalmente), os planos do Cebolinha, do Cascão e da dupla Pink e Cérebro, para fazer dodói no sumo ditador tupiniquim. Na sua ladainha vitimista, até uma forca teria sido inventada, numa conversa de WhatsApp, no meio da Esplanada ou no aeroporto de Roma, para pendurá-lo pelos cabelos! Valha-nos Deus, Nossa Senhora!

A primeira-ministra, ou segunda-dama, por sua vez, arregimentou um punhado daqueles artistas que valem ouro (e cobram por grama) para gravarem um vídeo - que extremamente original! - em que repetiam à exaustão e de modo sacrílego, uma 'democracia' típica de quem está inconvicto do que fala. E tome dinheiro público, vertido para mais profanação.

Sinceramente, não sei por que não aproveitaram a data para dar posse ao novo sinistro do Supremo. Teria sido falta de tempo de fazer prova de carga na estrutura do prédio, para ver se as lajes suportam o novo ocupante? Talvez elas - e somente elas - suportem, ora. Fato é que o comunista-graças-a-Deus está para chegar e ser um peso adicional na estratégia de esmagamento dos opositores da ditadura.

Que ditadura? Peça a Tico e Teco, os neurônios camaradas, que lhe deem uma dica.

domingo, 26 de novembro de 2023

Marimbondos em fúria

O Estado Democrático de Direito, no Brasil foi impiedosamente estuprado, pela mais alta corte do país. E a revelação foi feita, na cara limpa, pelos próprios estupradores, sem medo de reprimenda! Mordida com a votação do Senado Federal, a favor do fim da farra das decisões monocráticas dos todo-poderosos do SFT, a corte se rasgou em autêntica fúria uterina e decidiu partir para o ataque, contra o parlamento e até o próprio Executivo, soltando a língua sem o menor pudor e entregando o esquema da lua de mel que, até então, vigia na tal harmonia entre os poderes da República.

O lembrete dos homens da capa preta, a quem quisesse ouvir, foi claríssimo: Lula só é presidente graças ao empenho do Supremo para que isso pudesse acontecer. E haja empenho! Coisa que todo mundo já sabe, mas os canhotas não têm capacidade intelectual nem moral de perceber e os isentões - aqueles que não votam nem saem de cima - fingem que é algo que não lhes diz respeito ou não os atinge. Afinal, para esses dois contingentes de néscios, 'o importante é que tiramos o Bozo, que fala palavrão'.

Primeiramente, gênese da atual desgraça brasileira, houve a descondenação, a dádiva de Fachin, graças ao expediente da canetada monocrática que comprometeu todo um processo por 'erro de CEP', ou seja, pela pretensa incompetência do juízo de Curitiba de tocá-lo adiante. Toda uma investigação, de milhares de páginas, respaldada por inúmeras provas, delações, confissões e incríveis devoluções de vultosas quantias roubadas do erário, jogada no lixo pelo ato voluntarioso de um único ser, supremo, que assim achou de tratar o assunto.

E olha que o Cristiano Zanin, premiado por Lula com uma vaga na corte, cansou-se de, na época em que era causídico do descondenado, reclamar do Supremo que o foro de Curitiba não era o indicado, sendo seu apelo neste sentido seguidamente rejeitado. De repente, após diversas tentativas, sabe-se lá por que, o argumento vingou. Por mera casualidade, bem a tempo e no timing certinho de fazer com que o processo sofresse a reviravolta salvadora.

Com a canetada de Fachin, veio então a devolução dos direitos políticos ao ex-presidiário, habilitando-o ao status de candidato e de homem solto (não livre), propenso, inclusive, a um casamento, como convém a um postulante à presidência. Nesse ponto, a militância de redação entrou em campo, junto com os institutos de 'pesquisas', dando ao ungido os píncaros da preferência dos eleitores. Que, curiosamente, não eram vistos nas ruas nem nos eventos de acesso controlado aos quais o descondenado comparecia, cercado da sua claque. Mas existiam... Ao menos nos computadores dos fazedores de enquete.

E, fechando o cerco e o circo, a cereja do bolo: a armação ilimitada das eleições, num conluio sem precedentes para, ao mesmo tempo, minar a campanha de Jair Bolsonaro com toda sorte de mentiras e constrangimentos e, o mais importante, turbinar as urnas eletrônicas com os votos saídos do imaginário da esquerda e, claro, do código-fonte, ao qual nem a Deus foi dado acesso. (Ao contrário, parece que aos emissários do concorrente Dele, acesso irrestrito teria sido concedido.)

Agora, após a aprovação do Senado, a pressão segue em altíssimo grau e deve se exercer sobre a Câmara dos Deputados. Na esteira desta iniciativa de controle sobre os abusos da suprema corte, deve vir também a limitação do tempo de mandato dos ministros do STF em quinze anos. Hoje, o cargo é vitalício e um jovem escolhido para exercê-lo pode chegar a ficar três décadas no tribunal, considerando a aposentadoria compulsória aos longínquos 75 anos.

Assim, está nas mãos do Senado Federal a chance de corrigir duas perigosas distorções do modus operandi do Supremo: a possibilidade de apenas um magistrado, sozinho, um ser não escolhido pelo povo, invalidar a decisão expressa por 594 parlamentares eleitos pela vontade popular (81 senadores e 513 deputados federais); e o surgimento de vícios de atuação, em meio a um grupo que não se recompõe e, pior do que isso, tende a consolidar uma influência cada vez mais perniciosa ao funcionamento de um Poder Judiciário cujos ares não se renovam.

Com toda essa efervescência, o STF é, hoje, uma panela sob pressão, prestes a explodir.

A primeira necessária correção de rumo já foi deflagrada. Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, ao dar andamento à PEC que contém o ímpeto do STF em usurpar atos do parlamento, fez a coisa certa, embora, especula-se, pelo motivo errado. O estímulo à 'afronta' ao Supremo, na forma como os ministros estão entendendo o ato, seria a desconsideração do nome do senador, por Lula, como candidato à vaga deixada por Rosa Weber na corte. Sem figurar entre os preferiti e com pouca chance de se reeleger ao Senado em 2026, Pacheco considerou ser o momento de deixar de bancar o bicho-preguiça (com quem mantém uma certa proximidade fisionômica) e partir para o confronto que os brasileiros aguardam há tempos.

Esta é a tal 'traição rasteira' que o jornaZismo denunciou à nação: estão mexendo com quem não se deve mexer. Puseram o cara no palácio e isso tem um preço (que não deve ser barato). Se atacarem os que concederam essa benesse, a fatura será cobrada, com todos os acréscimos que couberem. Assim mostram as bravatas e os chiliques que vêm surgindo, aqui e acolá, da parte dos homens de toga. O decano Gilmar Mendes, de timbre vocal cada vez mais grave, se arvora em porta-voz e fala, aparentemente e de forma ameaçadora, por todos os demais.

Embora plenos de poder, as supremas criaturas foram retiradas de sua zona de conforto. Os supremos nervos estão à flor da pele. E o ativismo político, que é tipificado como crime pela Constituição que eles juraram defender, continua sendo o exercício mais frequente dos encastelados do suntuoso palácio do lado sul da Esplanada.

São Paulo foi às ruas hoje, contra os abusos dessa gente. Mais brasileiros haverão de se insurgir contra o vilipêndio da verdadeira democracia. E os castelos agonizarão e ruirão, até a vitória do Brasil sobre os seus detratores.

Que Deus esteja conosco!

quarta-feira, 19 de julho de 2023

Evitar o ardil é indispensável

Muito se tem publicado nas redes sociais, com mensagens e imagens achincalhando as Forças Armadas de forma contundente, pela postura diante do que vem acontecendo desde outubro do ano passado e, em especial, depois dos episódios de janeiro último. A omissão flagrante diante da realidade, deixando prevalecer uma discutível disciplina sobre o chamamento à razão, faz com que haja a percepção de que eles mereçam o tratamento hostil dispensado.

Ocorre que esse desprezo é tudo o que a esquerda quer. Pior: são os próprios conservadores que estão ajudando a promover esse desmonte institucional, ressentidos, não sem razão, pela infausta inação dos Militares diante do pedido de socorro de um povo revoltado com a iniquidade perpetrada contra a nossa ordem democrática. Contudo, a desmoralização das FFAA, única instituição capaz de restabelecer a ordem do país, dada a sua formação e considerados os valores pelos quais se pauta, é de grande serventia para os canhotas.

Somos mais inteligentes do que isso! É uma armadilha na qual podemos e devemos evitar cair. Um ardil preparado por gente que vive de desonestidade. Apesar das circunstâncias adversas, estamos falando de uma instituição que possui brasileiros extremamente capazes e ciosos de sua responsabilidade. Ainda que essa responsabilidade inclua conceder a Ordem do Mérito Naval ao 'Capitão Cueca', o deputado cearense José Guimarães, do PT.

A honraria, a propósito, a segunda maior da Marinha, prestigia membros da Força e cidadãos em geral que prestaram importantes serviços ao país ou se destacaram em sua área de atuação. Camilo Santana, ministro da Educação, também foi agraciado, na ocasião. Por que razão, claro, se desconhece.

Estamos vivendo tempos difíceis, com supressão de direitos e justificação de abusos, como forma de calar quem se oponha aos desmandos dos atuais donos - não necessariamente conquistadores - do poder. Gente que decide quem deve e quem não deve existir em seu universo particular. Pessoas abjetas cujas almas já foram, há muito, vendidas ao diabo em troca de poder.

Não de pode dormir no ponto. Mas se pode evitar um pesadelo que não acabe. Acordar para certas coisas é o que nos previne males, de modo a impedir que durem para sempre. Convém mexer-se.

segunda-feira, 15 de maio de 2023

Bordel em efervescência

Mal saiu da suprema corte, um mês antes da hora, o ex-ministro Ricardo Lewandowski, sem observância da quarentena que a lei estipula para quem deixa o serviço público detendo informações privilegiadas, já está militando no conglomerado dos irmãos Wesley safadinho e Joesley safadão. Conglomerado esse que, por sinal, andou envolvido em imbróglios jurídicos que circularam pela antiga casa do Seu Ricardo.

Lewandowski foi contratado como consultor, intermediando um litígio de R$ 15 bilhões da JBS com a Paper Excellence Papel e Celulose, na disputa pelo controle da Eldorado Brasil. A empresa indonésia já tem, como contratados para a mesma causa, Michel Temer e João Dória. Briga de cachorro grande, visivelmente repleta de tráfico de influência.

A contratação do ex-todo-poderoso ocorreu menos de uma semana após a sua aposentadoria, o que revela que as tratativas certamente já estavam em andamento bem antes da consumação da expulsória. E esperar mais não convinha.

A prostituição no Brasil não é ilegal. O que é tipificado como crime é o lenocínio, isto é, a exploração da prostituição - conforme o artigo 227 do Código Penal. Mas a cara de pau, nesse nível, deveria ser criminalizada. Neste caso, a gente faz a nítida leitura de uma puta com vasta bagagem de dados sensíveis se vendendo a um proxeneta empresarial. Que já esteve metido em rolos jurídicos nos quais seu contratado estava do outro lado, no tribunal.

Não dá para imaginar que a meretriz vá satisfazer os desejos do pagante apenas no que se refere a este caso. Ela deve ter muito mais a oferecer, na intimidade das alcovas da vida. Para a infelicidade do Brasil. Afinal, a fila sempre anda e clientes sempre há.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Começando com o pé esquerdo. E não somente ele

Neste domingo, completou uma semana a instalação do campo de concentração de Brasília, onde foram aprisionados os cidadãos de bem que haviam sido atraídos para a arapuca esquerdista, montada na Esplanada dos Ministérios no último dia 8. Parece que, a menos de uma menção en passant num editorial do Estadão, a extrema imprensa segue, como regra, fingindo demência a respeito da detenção arbitrária. Ou endossando o discurso oficial petista, de que eram todos terroristas perigosíssimos, altamente treinados, dispostos a abalar (literalmente) as instalações físicas dos Poderes da República.

Pelo visto, a menina revistada com detetor de metais pela força policial e o bebê dormindo placidamente sobre a Bandeira do Brasil, que, naquele momento, deveria ser o seu berço esplêndido, imagens que ganharam o mundo para denunciar o autoritarismo vigente no país, devem ser os espécimes que melhor representam esse grupo tão temido pelas autoridades.

O jornalão, a propósito, lembra que, nesses primeiros quinze dias de tropeços, desmentidos e atos de pura vingança contra a administração anterior, as entregas do novo governo têm sido as piores possíveis; e que metade desse tempo foi dedicado ao (ou desperdiçado no) assunto das invasões. De planos e projetos, nada. De sério, nada. De útil, nada. De bom... Menos ainda.

No dia do ocorrido, à tarde, Lula fez um pronunciamento em cadeia (de televisão, bem entendido), para anunciar a intervenção federal na segurança pública do Governo do Distrito Federal. Atitude respaldada de pronto pelo seu fidelíssimo escudeiro e parça, Alexandre de Moraes, que, ato contínuo, também afastou o governador reeleito do DF de suas funções por 90 dias. Um roteiro muito bem escrito, parecido sair das alucinações dos cineastas mais bem aquinhoados de criatividade.

Ao se referir à invasão dos prédios públicos, Lula usou os adjetivos de praxe contra os manifestantes, dentre os quais 'nazistas', 'fascistas' e 'stalinistas fanáticos'. Porém, quando citou especificamente o ex-primeiro ministro soviético Josef Stálin, um criminoso histórico notabilizado por valer-se de intensa perseguição política contra seus desafetos e, em especial, por ser o responsável direto por milhões de mortes durante a implantação do regime comunista, tratou de corrigir-se, dizendo que 'ele, não' e quase se desculpando pela menção. A Folha de São Paulo tratou a referência a Stálin como 'uma gafe' de Lula.

Estamos a quinze dias da assunção de um novo Congresso Nacional, bastante renovado em sua composição pela chegada de deputados e senadores afinados com os pontos de vista e ideais defendidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Esses novos tempos do parlamento prenunciam uma tentativa de reação ao desacerto e à estupefação que tomaram conta do país no primeiro dia do ano. O país está de cabeça para baixo e, não bastasse isso, cabisbaixo. Atordoado com tantas mudanças, em sua maior parte para pior.

Há um desmonte que se vem promovendo, de tudo que se refere ao governo Bolsonaro, com base da mais pueril picuinha. As sandices perpetradas pelos novos e ilegítimos detentores do poder têm ido desde a anulação de ações moralizadoras da governança pública até medidas sem fundamento, como a proposta da volta do horário de verão, algo que a própria Natureza, em sua indiscutível sapiência, vem comprovando ser desnecessário.

Como pretendente a protagonista, nesse processo destrutivo do país, o escárnio dos desmandos promovidos ou chancelados pelo supremacista Alexandre de Moraes vem se tornando rotina. Pode-se avaliar que essa sanha tenha tido origem - senão ganho força - no episódio da desaprovação errática do nome de Alexandre Ramagem para a diretoria da Polícia Federal. Que o então presidente não deveria ter acatado, por ser sua prerrogativa exclusiva a nomeação em questão. Muito se critica que Bolsonaro haja cedido à interferência indevida do Supremo, mas a realidade política era outra, na ocasião, e ele costuma saber o que faz.

Entretanto, talvez o autêntico gatilho para toda essa exacerbação que se verifica na atualidade, especialmente da parte do novo 'imperador' do Brasil (com o devido respeito aos Pedros, os verdadeiros), tenha sido, na verdade, outro: a postura pusilânime do Legislativo diante do que o STF fez com o deputado Daniel Silveira. Ao entregar a cabeça do parlamentar fluminense numa bandeja ornada com o fisiologismo típico dos nossos piores políticos, a Câmara pôs-se de quatro para a insaciável concupiscência de Moraes e lhe deu carta branca para se impor como o detentor de todo o poder possível sobre tudo e qualquer coisa que tenha acontecido, aconteça ou venha a acontecer no país.

Vivemos dias nigérrimos no Brasil. É natural que uma mistura de cegueira e amnésia, extremamente conveniente (e conivente), faça com que a grande mídia não perceba o poço em que está se metendo. A claque esquerdista que ganha a vida vendendo barato sua dignidade nas redações adora chamar os governos militares (e até o período Bolsonaro) de 'ditaduras', sem se dar conta de que, na verdade, ditadura é o que está acontecendo agora. Debaixo de seus olhos, fechados à realidade em nome de uma ideologia daninha que tende a condená-los, eles mesmos, ao silêncio.

Mas eles são tolos, coitados. Como os Patriotas de Brasília são os heróis, os reais corajosos. É de fato uma pena que certas coisas dramáticas sejam necessárias de acontecer, para nos mostrar a luz, nos prover coragem e alijar nossos inimigos do caminho.

Deus tenha misericórdia do nosso Brasil!

domingo, 26 de setembro de 2021

Wellington segue resistindo. E nós, também

A indiferença da extrema imprensa diante do drama do jornalista Wellington Macedo chega às raias do criminoso. Começa pela tentativa de diminuí-lo como profissional, chamando-o de 'blogueiro', como se blogueiros não pudessem ser sérios (há vários!) e jornalistas, desonestos (há incontáveis!). E mais até do que blogueiro: Macedo é, para eles, um 'blogueiro bolsonarista', como se a vinculação de sua imagem ao Presidente da República fosse algo reprovável.

O agravante do fazerem de conta que não o conhecem é que Wellington Macedo é um preso político, em greve de fome há 23 dias, em protesto por sua prisão ilegal, decretada por Alexandre de Moraes, a vedete mais pornográfica do lupanar instalado no extremo sul da Praça dos Três Poderes. Nem um pio da parte dos jornalistas. Nem um pio da parte dos demais ministros da suprema corte. Nem um pio da parte da OAB. Nem um pio da parte dos ativistas dos direitos humanos. Silêncio absoluto, em cumplicidade com o abuso do qual muitos dos próprios silentes poderão ser as vítimas, no futuro.

Tanto o STF quanto a grande mídia poderiam se isentar diante da eventual morte do jornalista, pela extenuação voluntária de suas próprias forças, alegando que a greve de fome é uma prerrogativa dele. Realmente é. E a cortina ideológica camufla essa cegueira conveniente com bastante eficiência. Mas uma pessoa só se vê capaz de uma atitude tão extrema quando é movida pela força do seu caráter, já que está numa situação de injustiça cabal e se imagina sem outro recurso para rechaçar a covardia contra si.

Caráter, um conceito que, por sinal, não tem frequentado as dependências dos tribunais nem as redações dos periódicos.

Essa postura 'não é comigo', que a militância jornalística vem adotando, tem me feito refletir quanto à veracidade do que se tem noticiado nos últimos tempos. Afinal, desdenhar e desprezar podem encerrar a mesma gênese ideológica de inventar e deturpar. Se Wellington Macedo 'não é jornalista', 'não está sob perigo de vida' e 'não é preso político', eu me permito pôr em xeque: será que Wladimir Herzog 'foi morto numa simulação de enforcamento'? Ou será que Stuart Angel 'foi torturado nas dependências de um quartel'?

Ah, mas a Comissão da Verdade... Da 'verdade'? É mesmo? De que verdade?

A verdade tem sido relativizada no âmbito do jornalismo, não é de hoje. E as redes sociais, abertas à participação de todos e qualquer um no debate dos acontecimentos, têm permitido uma apuração dos fatos mais profunda do que aquela que os jornalistas tinham como privilégio seu.

E, então, a verdade passou a ser discutível, no sentido de que tornou-se contestável o monopólio dos meios de comunicação em relação à notícia. Deixou de pertencer a donos específicos para se fazer visível ao cidadão comum, capaz de percebê-la e registrá-la por si mesmo e oferecendo a sua avaliação a todos. A hegemonia da imprensa como contadora de histórias foi comprometida por ela mesma, quando passou a vender mais do que anúncios e assinaturas e pôs preço em sua dignidade.

Há sangue nas togas das supremas criaturas que pairam, como espadas assassinas, sobre o Brasil, na Praça dos Três Poderes. Há sangue, também, nos teclados de garotos e garotas de programa que militam nas redações da grande imprensa. Se o Jornalista Wellington Macedo sucumbir ao cárcere, poderá sobrar mais do que remorsos, para os abutres de plantão.

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Já raiou a liberdade no horizonte do Brasil

Esta segunda-feira, faz três anos que ocorreu o atentado que, por pouco, nos tirou a chance de estarmos hoje tão mobilizados pela transformação do Brasil. Juiz de Fora testemunhou, naquele 6 de setembro de 2018, um mês e um dia antes do primeiro turno das eleições, do que o sistema é capaz, para afastar do seu caminho aqueles que não interessam. Mas a Providência Divina agiu, na ocasião, duplamente: impediu que aquele soldado corajoso tombasse no combate desonesto e ainda o fez Presidente da República. Com todos os percalços do mundo, inclusive uma tentativa de fraude, por desvio de votos, que levou a decisão para o segundo turno do pleito.

Simbólico que esse ato terrorista tenha acontecido na véspera de um Sete de Setembro. Tanto quanto emblemática está sendo a reação da população brasileira neste momento, que vem mobilizando mais e mais gente, a cada dia, pelo resgate do país que nos foi tirado pelos falsos democratas. Existe um chamado, não de Jair Bolsonaro, mas de nós mesmos, para que despertemos do berço nada esplêndido em que vínhamos sendo confinados, pelo poder errático dos artífices da corrupção, de modo a tornarmos maior ainda o nosso Brasil grande. O país acordou da letargia política! O patriotismo ressurgiu revigorado. Os brasileiros, enfim, partiram para a luta por um país mais justo, que quer o progresso e o bem-estar de seus filhos.

De todos eles. Até daqueles que, por ideologia burra, ainda viram as costas para a causa de uma nação digna da qual nos orgulharmos. Um dia, eles haverão de despertar, também.

Nesta terça-feira, 7 de setembro de 2021, vamos todos às ruas, em todo o Brasil. Vestidos de verde, amarelo, azul e branco. Com a alma leve, um sorriso no rosto e alegria no coração. Com bandeiras nas mãos ou às costas. Com o Hino Nacional na ponta da língua, para ser entoado uma, duas, três, várias vezes. Em missão de paz, sem perder de vista que existe uma guerra a ser vencida.

O desafio é grande: expurgar a podridão que se apossou do Supremo Tribunal Federal, entranhada no espírito repugnante de seus atuais membros; e garantir eleições limpas, transparentes e auditáveis, em 2022 e em todas as demais votações dali para a frente. Não é muito o que se pede nesse Dia da Pátria: é o mínimo de que se precisa, para pôr o país em ordem e dar a tranquilidade necessária ao seu desenvolvimento.

Supremo é o povo, de quem emana todo o poder. Seja, então, dada a ele a prerrogativa de ter as coisas a seu modo. Seja feita a nossa vontade, que é a vontade da maioria.

Do universo entre as nações, mais do que nunca, resplandece a do Brasil.

Feliz Dia da Pátria!

domingo, 29 de agosto de 2021

O pavor que desassossega os poderosos

O país vive, às vésperas do Dia da Pátria, um momento político delicado, com tensão máxima no relacionamento entre os Poderes. Dias difíceis, bem diferentes do tempo em que o dinheiro circulava lindo, leve e solto, escamoteado em malas e cuecas, por entre os amigos do rei, e esses Poderes, eram 'independentes e harmônicos', conforme reza a Carta Magna.

Desmandos e arroubos, de membros do Congresso Nacional e ministros do Supremo Tribunal Federal, têm ocorrido com cada vez mais frequência. A mesma frequência com que o mandatário do país vem sendo cerceado em sua função constitucional de conduzir o Brasil, atribuição legítima que lhe foi dada pela maioria dos cidadãos brasileiros. Ao mesmo tempo, o clamor popular cresce, sinalizando que o povo está cansado do circo parlamentar, que avilta a verdade e contradiz o bom senso, tanto quanto da conspurcação de sua corte suprema, cujo espírito de corpo criou uma máfia sem precedentes no Judiciário do país. O cidadão de bem quer Ordem, Progresso e o fim da indecência que toma conta de dois dos Três Poderes que alicerçam a República brasileira.

Pois a pouco mais de uma semana da Festa da Independência, para a qual se espera um vultuoso contingente de patriotas nas ruas, um dos ministros da corte suprema decide travestir-se de articulista de pasquim comunista, para ameaçar o Presidente da República! Por que, em vez de recorrer a um jornal, nossa excelência excelentíssima não dirigiu a palavra, nesse mesmíssimo tom, diretamente, ao Presidente Jair Bolsonaro? Faltou coragem? Talvez, e, certamente, também compostura. Já não se consegue disfarçar mais que a corte que pede pacto pela paz é a mesma que apunhala pelas costas e trama nas alcovas.

Ricardo Lewandowski comete a leviandade de acusar Bolsonaro de pretender valer-se da condição de comandante-em-chefe das Forças Armadas para dar um golpe de estado. Mas para que seria isso, caro 'polaco'? Para tomar um poder que já é seu por direito? Ou será, na realidade, que o que se pretende seja exatamente um reequilíbrio de forças, por meio de ajustes de freios e contrapesos, para que seja restituído ao Executivo, nos termos da Constituiução, o poder que lhe vem sendo tomado pela ditadura da toga, em conluio com a ação orquestrada de uma banda podre e fétida, ainda não expurgada, do parlamento?

Antigamente, juiz se manifestava nos autos. Hoje, pelo visto, serve-se de moleques de recado. E dos caros: quanto custará um espaço na Fraude de São Paulo, para esse tipo de veiculação? Grandes jornais transformaram suas redações em verdadeiros bordéis, onde as putas estão disponíveis para atender a todo e qualquer desejo de quem pague mais, ou saiba negociar com certo jeito.

Será que o Ricardão foi 'sorteado' pelo sistema de informática do STF, para ser a bola da vez, nas incessantes investidas contra o Presidente? Ou será que os ataques ao chefe da nação são feitos mesmo 'de ofício', segundo as novas normas internas do tribunal?

O pavor de uma iminente insurreição popular paira sobre as cabeças coroadas do Legislativo e do Judiciário. Tanto que notícias veiculadas na internet dão conta de que vários iluministros supremos estariam com viagens marcadas para a Europa, com o intuito oficial de 'aproveitar o feriado prolongado', que se faz com o dia 7 de setembro caindo na terça-feira. Seria uma espécie de autoexílio preventivo, açulado pelo instinto de sobrevivência?

Fato é que o Sete de Setembro será grande. Nem as ameaças de arruaça das gangues petistas, nem os mandados de busca e apreensão que Alexandre, O Glande, possa conseguir expedir, nada freará a marcha do povo brasileiro pela Liberdade que deseja e à qual tem pleno direito. Toda a força do lado do Bem está com os verdadeiros patriotas e a Proteção Divina haverá de iluminar e proteger os caminhos daqueles que defendem o Brasil e querem torná-lo um país próspero, pacífico e digno para com seus filhos.

No dia 7, a gente se vê nas ruas! Só mais nove dias!

terça-feira, 3 de agosto de 2021

Bora em frente!

Na história política do país, consagrou-se um dito popular: Agosto, mês do desgosto. A frase vem em função de dois eventos que remontam os últimos 70 anos. O primeiro deles é o suicídio de Getúlio Vargas, em 24 de agosto de 1954, em meio a um 'mar de lama' - epígrafe sob a qual a imprensa registrava os descaminhos do poder misturados à tentativa de assassinato de Carlos Lacerda, ocorrida 19 dias antes. O outro é a renúncia inesperada de Jânio Quadros, exatamente sete anos e um dia depois da morte de Getúlio, em 25 de agosto de 1961 (Dia do Soldado), quando estava a uma semana de completar sete meses de governo, como presidente eleito com a maior votação já registrada à época.

Nesta segunda-feira, 2 de agosto de 2021, o desgosto - ao menos politicamente falando - inaugurou o mês, com contornos sombrios e um indisfarçável toque de indecência. No dia seguinte às manifestações da população brasileira, que brada por um Brasil levado a sério por seus homens públicos, nossas excelências excelentíssimas resolveram elevar o tom do debate, descendo mais alguns degraus rumo ao poço moral.

A expedição de notícia-crime contra o Presidente da República, resultado de conluio entre o Tribunal Superior Eleitoral e o Supremo Tribunal Federal, em virtude da manifestação do chefe do Executivo na qual ele expõe a sua preocupação com a fragilidade da segurança da votação, é daquelas atitudes absolutamente repugnantes. Numa verdadeira ação entre amigos, ministros das duas cortes reuniram-se para... A perda absoluta da compostura. Se é que restava alguma, pelos suntuosos corredores e gabinetes dos valhacoutos onde militam. Jamais o Judiciário desceu tão baixo, chafurdando com tamanha desenvoltura e singular intimidade com a lama.

As tramoias contra a democracia vêm sendo urdidas, com cada vez mais intensidade, nas alcovas dos magistrados. Sem qualquer constrangimento e com a simpatia de setores do Legislativo e o apoio maciço do 'quarto poder', a grande imprensa, que parece vir se nutrindo de forças e, quem sabe, também de recursos (estes de fonte duvidosa), para seguir na tarefa que lhe cabe nesse ardil: atacar sistemática e diuturnamente a figura de Jair Bolsonaro. Jornalistas amestrados e editores doutrinados, assessorados por especialistas de toda ordem, se incumbem de tornar qualquer manhã de sol numa noite de tempestade, contrariando a meteorologia e a cadência do tempo, desde que seu esforço renda o convencimento de uma massa de manobra que propague os mantras da moda, o mais atual deles 'fora Bozo genocida'. Do pão e da mortadela cuidam o PT e suas siglas de aluguel, que incluem até a Ordem dos Abestados do Brasil.

Aliás, sobrou até para a imprensa. Para a imprensa séria, entenda-se bem: a CPI do CirCovid resolveu pedir, sem qualquer razão de ser, a quebra do sigilo bancário dos portais de comunicação de empresas simpatizantes, não de Bolsonaro, mas da verdade dos fatos e da integridade do ofício de jornalista. Ante o absurdo da medida e a reação dos grupos empresariais, o relator se apressou em identificar 'um equívoco' na decisão. E faça-se de conta que não aconteceu.

Quem são os verdadeiros detratores da democracia, cerceadores da liberdade de expressão, corruptores da lisura com a coisa pública, temerosos da transparência nas atitudes e desrespeitosos com a vontade popular? Quem se insurge contra o cidadão, pervertendo a retórica para que pareça o contrário? Quem e por que está agindo contra o Brasil e os brasileiros? A quem interessa que façam isso? Quanto se paga pelo trabalho de fazê-lo?

Os tempos estão difíceis, exigindo transformações.

O Brasil não é só um país grande: está provando, mais do que nunca, ser também um grande país. (A ordem faz diferença; até na frase.) Porque somente um povo que tem amor pelo seu chão tem a coragem de enfrentar um desafio dessa ordem. O desafio de repor a ordem na casa, expurgando tudo e todos que se façam necessários, para lograr o resgate do país.

Pois que esse grande expurgo venha! Estamos prontos para cerrar fileiras e enfrentar a luta!

Afinal, não é em Agosto que se comemora o Dia do Soldado? 

sexta-feira, 4 de junho de 2021

Verdadeiro, ou Fauci? Mentira tem perna curta e cara de cientista

As máscaras vão começar a cair. Não somente aquelas cujo uso se obriga às pessoas saudáveis, desnecessária e criminosamente, como também as que certas pessoas tinham delineando suas fisionomias, apesar de não serem visíveis.

As revelações de toda a falsidade perpetrada pelo imunologista Anthony Stephen Fauci já se apresentam, para dar início a uma reviravolta violenta em cima da grande farsa da pandemia. Cerca de oito mil páginas com transcrições de emails trocados por Fauci com meio mundo, pessoas que, de algum modo, detêm o poder de decidir e desinformar, vão dando uma amostra da sordidez, da imundície que se criou no mundo, pouco mais de um ano atrás, como consequência da disseminação da peste chinesa.

Desde sempre, a pergunta que jamais foi respondida é: por que não se investiu pesadamente na busca da CURA, em vez de centrar fogo na pesquisa e desenvolvimento de vacinas? Por que se negligenciou o sofrimento de quem já estava doente, detendo-se na aparente preocupação de 'proteger' potenciais contaminados que poderiam nem se contaminar? Por que forçaram a inoculação de vírus, por meio da vacina, em pessoas sãs, em meio a uma 'pandemia' (sempre se discutiu a inadequação do termo para esta crise sanitária), infligindo-lhes o risco de, em vez de criar anticorpos, potencializar a doença a ponto de pôr a vida em risco? Será que é isso que explica a morte de pessoas pela peste, mesmo depois de vacinadas, como tem ocorrido com perigosa recorrência?

Apenas no Brasil, quase 470 mil famílias deveriam poder cobrar deste outrora respeitável cientista explicações quanto à perda de entes queridos, que padeceram vítimas da prepotência abjeta, da ambição desmedida e da amoralidade absoluta. E cobrar não somente dele, mas também de outros aos quais ele está associado. Isso inclui alguns bilionários, donos de corporações cujos ramos de negócios são estratégicos para o controle das atividades mais básicas dos cidadãos de todo o mundo; e a Big Pharma, a poderosa indústria farmacêutica, enormemente beneficiada pela demanda repentina e lucrativa de vacinas, produzidas a toque de caixa para estancar o medo da morte, incutido de forma revoltante nas mentes das pessoas.

Enfim, de modo resumido, o que os emails de Fauci revelam é:

1.  O vírus chinês não é natural: foi criado num laboratório em Wuhan, na China.

2.  A hidroxocloroquina é uma droga que pode curar as pessoas da peste chinesa. Não à toa vêm surgindo cada vez mais evidências de que tratamentos feitos com base no medicamento têm salvado inúmeras vidas, principalmente quando o fármaco, conhecido de longa data da Medicina, é administrado no timing correto da infecção.

3.  Não existe 'transmissor assintomático', desculpa dada para se forçar a percepção de que ninguém pode se afirmar saudável.

4.  Máscaras faciais não funcionam, são apenas um teatro - e bastante conveniente, para lembrar as pessoas que se submetam, sem discutir. 

5.  Lockdowns não são necessários porque não funcionam e, mais do que isso, podem fazer o efeito inverso, aumentando a chance de contágio. 

6.  O Facebook propositadamente promoveu desinformação sobre o vírus, oferecendo-se para censurar informações que contrariassem os ditames dos interessados no caos institucionalizado pela crise sanitária. E não somente ele: a mesma censura se verificou no YouTube e no Google, entre outras plataformas.

7.  Não existem números confiáveis quanto aos que morreram como resultado da peste chinesa. Principalmente na China.

8.  Fauci reconhecidamente mentiu para o congresso americano, quando depôs, sob juramento.

9.  As crianças não são afetadas pelo vírus.

Essas revelações são extremamente graves e dão um rumo totalmente adverso à história. Isto é um crime contra a humanidade que não pode ficar impune!

Enfim, uma luz se faz ver, em meio às trevas. O mundo está prestes a despertar desse pesadelo chamado covid-19, mas tem que levantar com sangue na boca, para punir, com o merecido rigor, todos aqueles que tramaram contra a própria sociedade, segundo seus interesses escusos, em todos os cantos do planeta.

Para encerrar, a gente não pode deixar de dizer uma coisinha, que eu e muitos vimos dizendo desde sempre: não é que o Bolsonaro tinha mesmo razão? Hidroxicloroquina, máscara, lockdown... Queria ver o semblante dele, agora, com o olhar ainda mais brilhante e foco total em 2022. Pouquíssimos outros deram a cara a tapa e se mantiveram firmes em suas convicções, como ele fez. A isto, dá-se o nome de honra.

Ah, e eu quase me esqueço: como é que vai ficar a CPI depois disso tudo, hein? Já dá para tirar os palhaços do picadeiro, chamar os trapezistas e encerrar o espetáculo?

terça-feira, 1 de junho de 2021

A falsa herege e os algozes de verdade

A versão contemporânea tupiniquim da Santa Inquisição julgou a Doutora Nise Yamaguchi culpada, crucificou-a e a lançou na fogueira, acusada de mentir para os imaculados senadores, onipotentes criaturas que habitam o sacro espaço desenhado por Oscar Niemeyer na Praça dos Três Poderes. Hoje, foi como se esses poderes houvessem se aglutinado num só, ganhado em amplitude e sido incorporados, até os ossos, pelas divindades inquisidoras, donas incontestáveis da verdade.

As demonstrações de prepotência, arrogância e falta de decoro da parte de alguns dos senadores, se não forem convenientemente subtraídas dos registros do parlamento federal, estarão preservadas para a eternidade na internet, para que jamais nos esqueçamos deste dia negro na história do legislativo federal. Apesar do baixo nível dos parlamentares em geral e dos arranca-rabos comuns no ambiente do plenário, poucas vezes os representantes do povo desceram tão baixo.

Omar Aziz, ex-governador do Amazonas e presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, e Otto Alencar, ex-governador da Bahia, ultrajaram publicamente a médica, durante o seu depoimento. Aziz teve a pachorra de gritar 'não acreditem nela!', após a Doutora Nise fazer suas considerações sobre o tratamento precoce. Já Alencar fez perguntas dignas de prova de acadêmicos de Medicina, na intenção de fazer com que ela se traísse nas respostas, chegando ao cúmulo de exigir que a médica identificasse pacientes que houvera tratado, sob condições específicas, declinando seus nomes, endereços, números de inscrição no CPF e prescrições dadas, em clara infringência da ética profissional - coisa que ele mesmo não desconhece, por ser, também, médico.

O clima pesou e, a partir de certo ponto, mais não acompanhei por falta de condições de conter os engulhos e os acessos de raiva. Em particular, nos intermináveis minutos que foram dados ao senador Otto Alencar, para sua patética divagação, que roubou o precioso tempo de que a profissional de Saúde dispunha para esclarecer o que verdadeiramente deveria ter sido esclarecido. Paciência tem limite e a minha esgotou-se.

Aguardando aqui as manifestações de repúdio e solidariedade, da parte de organismos de classe dos médicos e de entidades defensoras das mulheres, pelo escândalo deplorável protagonizado no Senado Federal. Deveria ser o mínimo.

O espetáculo no circo, hoje, foi triste.

quinta-feira, 27 de maio de 2021

Os conservadores não se calarão!

A censura campeia no Brasil. De um modo descarado e aparentemente incontrolável, como jamais se viu em nossa História, por mais que possam ter existido períodos de restrição à expressão de ideias e opiniões. Se, no passado, existiram variações do que poderíamos chamar de índex, uma lista de temas e palavras proibidas de se usar, hoje tudo é subjetivo, regido pelas circunstâncias que se apresentam, pelo contexto desejado ou, simplesmente, pelo poder discricionário, absolutamente subjetivo, de quem manda nos conteúdos que são publicados nas diferentes mídias.

A internet, que surgiu como uma tribuna livre para as pessoas comuns, embora resista como espaço de manifestação livre e repositório de registros que, antes do seu advento, poderiam ter sido perdidos ou aniquilados pela conveniência dos detentores do poder, começa a ser alvo da arbitrariedade daqueles que controlam a veiculação de tudo na web. A hegemonia da esquerda nos meios eletrônicos de divulgação tem lhes dado a prerrogativa ilegítima de censurar - eles preferem o eufemismo 'mediar' - os conteúdos publicados, sem a permissão dos autores e sem que eles possam defender-se da violação do seu direito de expor sua opinião.

Em 2020, essa postura foi exacerbada, em alta proporção, com a disseminação da peste chinesa. Os interesses financeiros das integrantes da Big Pharma, a bilionária indústria farmacêutica mundial, aliados ao lado negro da força que vem tentando uma espécie de reconfiguração ('reset') da sociedade, com o objetivo de estender o domínio sobre os povos por meio da implantação de regimes ditatoriais, vem agindo no sentido de coibir quaisquer manifestações contrárias a tudo isso.

Tudo que se interpuser neste caminho, inclusive e principalmente as ações para preservar vidas, na escalada mortífera da fraudemia, tem sido objeto de censura. A ambição desmedida dos detentores dos grandes capitais está promovendo a matança indiscriminada de pessoas, em todo o mundo, por omissão deliberada de socorro! E estão trabalhando para isso, a soldo dessa gente ou por simpatia ideológica à causa do 'Global Reset', muitos homens e administradores públicos cuja função deveria ser salvar seus povos e suas gentes da guerra biológica deflagrada nos laboratórios de Wuhan.

Nesta quinta 27, o 'iutubi' removeu doze vídeos do Presidente Bolsonaro, além de um do deputado federal Eduardo Bolsonaro, um do também deputado Daniel Silveira e um do ex-senador capixaba Magno Malta. No caso de Bolsonaro, a maioria das postagens aborda os remédios que vêm sendo reconhecidos e defendidos, cada vez mais fortemente dentro dos meios médico e científico, para a profilaxia e o tratamento precoce da peste. Os argumentos, sempre os mesmos e já contrapostos ao extremo, se prendem a uma 'eficácia não comprovada' pela 'ciência' - termo que se prostitui mais a mais a cada dia, pelo desgaste de seu mau uso.

O link para a reportagem do G1 está na imagem abaixo (capturada com a versão original da manchete, antes da atualização feita pelo portal noticioso).




Também foi retirado do ar um vídeo postado neste mesmo dia no canal InstantNews.1 do 'iutubi', um comentário meu sobre a tentativa de alguns países de instituir um 'passaporte sanitário', cuja apresentação permitiria o acesso de pessoas vacinadas contra o vírus chinês a espaços de convivência e de entretenimento em geral, além de facultar-lhes viajar e praticar atos comuns da vida civil. O objetivo oculto, na verdade, é exatamente o oposto: impedir que as pessoas não vacinadas possam exercer a sua liberdade de fazer tudo isso, constrangendo-as (se não se puder obrigá-las) a se submeter à vacinação. Um apartheid sanitário, conforme eu descrevi, expressão que foi o que deve ter acendido a luz vermelha nas mentes ideologizadas que querem governar aquilo que 'ousamos' pensar e falar.

Na imagem a seguir, o link para o site do InstantNews.1 e, lá, também o vídeo disponibilizado acessoriamente pelo Vimeo.



O Marco Civil da Internet, lei brasileira que discorre sobre o assunto, isenta os provedores de responsabilidade pelos conteúdos publicados pelos usuários, o que vem abrindo a brecha para que a censura se faça, como se fosse um resguardo adicional por parte desses publicadores. Para combater esse abuso e visando à preservação do direito constitucional da liberdade de expressão, cinco deputados federais, capitaneados por Luiz Philippe de Orleans e Bragança, propuseram o Projeto de Lei 213/2021, que determina que a suspensão ou retirada de conteúdo de usuário, pelos provedores de internet, só possa ocorrer por determinação judicial. Afinal, se um usuário ferir normas legais, a punição cabe a ele, não sendo função do provedor a de atuar como árbitro na questão. Pretensas normas de conduta ou de convivência nas redes não têm valor como sentenças de tribunal, a título de punição.

A censura descarada, travestida de moderação de conteúdo, grassa nas redes sociais, infelizmente. Curioso, porém, é ver que essa mesma regra difusa, que pretende calar os conservadores, não atinge os ataques que os detratores do país e da verdadeira democracia veiculam, coisas que vão do desrespeito à ameaça, de modo impune e sem controle. Eles, sim, seguem exercendo livremente o seu direito de expressão, protegidos (ou acobertados?) pela mídia marrom dominada pelos canhotas.

...

(Atualizado em 28/05/2021 às 12:38.)

terça-feira, 18 de maio de 2021

Uma aberração que não pode existir

A segregação pelo arbítrio de cidadãos 'limpos' e 'sujos' é abominável e não pode ser aceita, especialmente se o critério de classificação for a sujeição ou não a um experimento biológico com seres humanos em escala mundial. 




Nada pode justificar o constrangimento e o cerceamento da liberdade das pessoas. Nem mesmo uma crise sanitária fabricada em laboratório. 

segunda-feira, 17 de maio de 2021

Quem teme o voto auditável? Por que teme? Que interesse tem em negá-lo?

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná - sim, um órgão público! - estreou na comunidade chinesa (!) de vídeos Tik Tok com um vídeo no qual debocha da campanha pelo voto auditável, um justo pleito dos cidadãos brasileiros que querem eleições livres de possibilidade de fraudes.

A narrativa, típica da esquerda, contra a adoção desse sistema se apoia em argumentos fracos, em especial na pretensa quebra do sigilo do voto - balela que não se sustenta, considerando que o comprovante de votação, exclusivo para efeito de recontagem, é inserido, sem qualquer contato externo, em um receptáculo inviolável.

Insistem também que a urna eletrônica é à prova de fraudes (coisa que, definitivamente, ela já provou não ser) e que estaríamos regredindo no tempo com a implantação do voto impresso. O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, ainda emenda antever uma 'ameaça de judicialização das eleições', outra tese bizarra, com o claro intuito de tentar inibir a iniciativa.

Toda essa gente faz, propositadamente, o discurso do 'retorno ao voto impresso', que não é o que se propõe de fato - e eles sabem muito bem disso. A proposta é prover cédulas físicas que reproduzem o voto dado eletronicamente, somente para eventual conferência, em caso de reclamo por suspeita de fraude.

Trata-se de mais um circo armado no Brasil, para tentar impedir o combate à corrupção e à má administração pública. Um picadeiro infelizmente recheado de homens públicos dispostos a mostrar a sua cara de pau e passar vergonha.

terça-feira, 11 de maio de 2021

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Vida e morte

A lei, do modo como a esquerda entende, deve permitir que uma dessas criaturas possa ser sumariamente abatida, mas a outra, não.



Qual delas você acha que eles defendem ser descartável e qual a outra que deve ter direito inalienável à vida?

sábado, 8 de maio de 2021

Página virada e assunto novo no prelo

Pelo visto, agora a turma do piçol var dar um tempo e parar de atazanar a alma de Marielle Francisco da Silva, deixando de usar seu caixão como palanque. O Jacarezinho, afinal, tem mais potencial como apelo, na farsa dos direitos dos manos: são 24 companheiros, em vez de somente uma obscura vereadora.

Na verdade, eram todos jovens promissores, inseparáveis de seus guarda-chuvas, que guarneciam a população local da eventualidade de algum súbito evento meteorológico, como todos já sabemos, pelo discurso oficial da mídia.