P Á G I N A S

terça-feira, 11 de maio de 2021

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Vida e morte

A lei, do modo como a esquerda entende, deve permitir que uma dessas criaturas possa ser sumariamente abatida, mas a outra, não.



Qual delas você acha que eles defendem ser descartável e qual a outra que deve ter direito inalienável à vida?

sábado, 8 de maio de 2021

Página virada e assunto novo no prelo

Pelo visto, agora a turma do piçol var dar um tempo e parar de atazanar a alma de Marielle Francisco da Silva, deixando de usar seu caixão como palanque. O Jacarezinho, afinal, tem mais potencial como apelo, na farsa dos direitos dos manos: são 24 companheiros, em vez de somente uma obscura vereadora.

Na verdade, eram todos jovens promissores, inseparáveis de seus guarda-chuvas, que guarneciam a população local da eventualidade de algum súbito evento meteorológico, como todos já sabemos, pelo discurso oficial da mídia.

sexta-feira, 7 de maio de 2021

Uma coisa e outra coisa

O que houve na terça-feira em Saudades (SC) chama-se chacina. O que aconteceu no Jacerazinho ontem foi uma faxina. Entenda a diferença.

Apartheid sanitário

Já que os comunas politizaram a vacina desde o início, na tentativa de mais um daqueles planos infalíveis do Cebolinha contra a Mônica para desestabilizar o governo Bolsonaro, o comentário cabe melhor aqui, na minha coluna sobre Política.

Começa a tomar forma, mundo afora, o apartheid sanitário planejado pela nova ordem mundial. Para convencer - obrigar seria o termo mais exato - você a vacinar-se, minimamente sob pena de imputar-lhe as pechas de 'genocida' e 'pessoa sem consciência social' caso não o queira, o exercício do constrangimento oficial vai exaurindo o recurso do medo da morte e começando a etapa da coerção explícita.

Primeiro impedem que você escolha qual vacina tomar e, depois, alguns países passam a escolher quais delas, a seu critério particular, são aceitas como válidas ou não, tolhendo assim a sua prerrogativa de viajar. Ou impondo que você, para se garantir quanto a satisfazer a todas as exigências, saia oferecendo a bunda a todas as agulhas sedentas por inocular o seu corpitcho, enchendo o seu rabo de vírus que se presumem inativos.

Aliás, a bunda não, o braço. Se fosse ela, haveria muito menos registros de pessoas se deixando fotografar sendo picadas. Só os exibicionistas exacerbados ousariam.

Agora, vamos lá: se a própria OMS, o oráculo sagrado que orienta governos, detentor da verdade absoluta e da ciência incontestável, já disse que o mundo precisará se acostumar com o comunavírus e que a imunidade de rebanho está a caminho, por que o projeto de recrudescer as restrições de convívio e deslocamento e, em complemento, por que impor a imunização coercitiva? Qual é a lógica do conjunto da obra, se é que, em algum momento desde o início da fraudemia, houve alguma?

Sou veementemente contra esse tipo de segregação. Ninguém tem o direito de classificar arbitrariamente pessoas como 'limpas' ou 'sujas', sob o ponto de vista de Saúde Pública, com base na disposição ou não de se submeter a um experimento derivado de uma ação de bioterrorismo.

Deixo a palavra com os entusiastas da picadura.

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Papel sujo: a imprensa cada vez mais castanha

A militância política nas redações torna-se cada vez mais abjeta. Os protestos estão excedendo os limites do razoável e isso só contribui para o descrédito crescente dos grandes veículos de comunicação.




Forçar um vínculo absolutamente sem nexo - e inexistente - entre a preferência eleitoral da população de uma cidade e um assassinato com requintes de crueldade, cometido por um maníaco numa das escolas locais, é coisa impensável para um jornalista que honra, mais do que o diploma profissional, as calças que veste.

Pode ser que ele se valha da prerrogativa dada por Gilmar Mendes, que liberou a exigência de formação em faculdade para exercer o Jornalismo. Ou pode ser que o rapaz não use calças. Fato é que ele nem honra a profissão, nem parece ter no vocabulário do dia a dia e na composição do caráter pessoal, conceitos como decência e hombridade.

O currículo - ou seria a ficha corrida? - do elemento está aí. Para nos lembrarmos de virar a página sem ler, quando surgir algum texto dele, na mídia.

O papel em que a Folha de São Paulo é impressa eu não teria coragem de usar nem como tapetinho higiênico para o meu cachorro.

terça-feira, 4 de maio de 2021

Bora resgatar o Brasil

O recado foi dado no sábado.



No domingo, nossa imaginação foi provocada.